Cefae e Região Sul

24 06 2009

Este site está sendo desenvolvido pelos alunos do segundo ano do Cefae (turma 2005) , com intuito de trazer ao internauta interação com tudo  que diz  respeito a região sul do Brasil.

Nosso site esta divido em 3(três) partes, correspondentes aos 3 estados desta região( Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina).

Aqui você encontrará informações importantes sobre  esses estados, como comidas típicas, Pontos Turisticos, Importância Histórica, Curiosidades  e etc.

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Principais pontos turísticos(RS)

24 06 2009

•  Praia da guarita

A bela Praia da Guarita na cidade de Torres, litoral gaúcho.
No centro, a Torre da Guarita que dá nome à praia e integra um impressionante complexo de formações rochosas.
A região, que já foi habitada por índios carijós, minuanos e arachanes, é hoje um pólo turístico do Rio Grande do Sul.

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•São Miguel das Missões

No século 17, as missões jesuíticas fundaram 30 povoados na América do Sul, na região onde hoje fazem fronteira o Brasil, a Argentina e o Paraguai.
Traduziam os esforços dos padres jesuítas para conversão, à fé cristã, dos índios guarani. Sete povoados localizavam-se no atual território brasileiro, região oeste do Rio    Grande do Sul. Hoje existem ruínas de apenas quatro:

São Miguel, a antiga capital das missões, São Nicolau, São João Batista e São Lourenço.
No século 18, Portugal e Espanha exigiram, por questões políticas, que as missões
fossem abandonadas. Com a recusa dos jesuítas e dos índios guarani, teve início a Guerra Guaranítica. Os povoados foram dizimados. As ruínas de São Miguel são as mais bem preservadas.
No passado, o local chegou a abrigar mais de 6 mil índios.

São Miguel das Missões

•Cascata do Arroio Caçador, em Canela

Esta magnífica cascata fica no Parque da Ferradura em um canyon com mais de 400 metros de profundidade, em Canela, Serra Gaúcha.

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São Miguel das Missões

No século 17, as missões jesuíticas fundaram 30 povoados na América do Sul,
na região onde hoje fazem fronteira o Brasil, a Argentina e o Paraguai.
Traduziam os esforços dos padres jesuítas para conversão, à fé cristã,
dos índios guarani.Sete povoados localizavam-se no atual território brasileiro,
região oeste do Rio Grande do Sul. Hoje existem ruínas de apenas quatro:
São Miguel, a antiga capital das missões, São Nicolau, São João Batista e São Lourenço.
No século 18, Portugal e Espanha exigiram, por questões políticas, que as missões
fossem abandonadas. Com a recusa dos jesuítas e dos índios guarani, teve início
a Guerra Guaranítica. Os povoados foram dizimados.
As ruínas de São Miguel são as mais bem preservadas.
No passado, o local chegou a abrigar mais de 6 mil índios.





Importância Histórica(SC)

23 06 2009

mercado

Dentre os primeiros registros da região onde se localiza o estado de Santa Catarina, destaca-se a referencia da expedição de Juan Dias de Solis, que em 1515 passou por ali em direção ao Rio da Prata. Juan Dias de Solis deu o nome de baía dos “perdidos” as águas entre a Ilha (onde hoje fica a cidade de Florianópolis) e o continente. Em 1526, Sebastião Caboto publicou os mapas referentes à sua expedição, no qual nomeou a Ilha de “porto dos Patos”. Somente em 1529, no mapa-múndi de Diego Ribeiro, a Ilha aparece com o nome de Santa Catarina, sendo que existem várias versões a respeito da origem desse nome.

Apesar de a região servir de ponto estratégico para o apoio as expedições com destino, principalmente, para o Rio da Prata, os primeiros habitantes de Santa Catarina foram náufragos e desertores. Após alguns anos, chegam a Santa Catarina 4500 colonos açorianos, que se estabeleceram principalmente no litoral do continente. A partir de 1829 são instaladas várias colônias européias no estado, para os imigrantes de origem alemã, italiana e eslava.

Com a expansão das expedições bandeirantes, sobretudo as de bandeiras vicentinas (originarias da Capitania de São Vicente), a região passou a ser percorrida. A Ilha foi ocupada em 1637, quando Francisco Dias Velho lá se estabeleceu com sua família e seus escravos, dando inicio a futura povoação Nossa Senhora do Desterro (atualmente Florianópolis). Em 1642 foi construída a primeira capela do estado, em um local denominado São Francisco, que passaria a vila em 1660 (aproximadamente). A fundação de Laguna, em 1684, ocorreu após a pacificação dos índios habitantes da região. Em 1739 Santa Catarina passa a ser, oficialmente, o posto português mais avançado na América do Sul.

Em 1777 os espanhóis invadem a Ilha com sucesso, e expulsam tropas e autoridades para o continente. A Ilha foi devolvida a Portugal após o tratado de Santo Idelfonso, nesse mesmo ano.

Santa Catarina teve um papel importante na Revolução Farroupilha. Os catarinenses eram receptivos as idéias republicanas. Com o objetivo de utilizar sua saída para o mar, em 22 de julho de 1939, os Farrapos tomaram a cidade de Laguna dos imperialistas. A cidade passou a chamar-se “Cidade Juliana de Laguna”, local onde se estabeleceu o Governo Provisório da “República Catarinense”, já articulando, democraticamente, a eleição provisória para Presidente da Republica Catarinense. A ocupação durou até o fim do mesmo ano, quando ocorreu a derrota naval dos Farrapos.

Um capitulo a parte na Revolução Farroupilha teve como protagonista a catarinense Ana Maria de Jesus Ribeiro, conhecida como Anita Garibaldi. Tornou-se uma lenda ao lutar ao lado do italiano Giuseppe Garibaldi pela liberdade, seja nas Américas (lutou no Brasil e no Uruguai), ou na Europa (lutou na Itália).





Gastronomia(SC)

23 06 2009

Caldo de Peixe Caseiro

Idealmente, o caldo de peixe deve ser feito a partir dos ossos do linguado. Peça ao peixeiro que faça filés da carne do peixe, para serem utilizados na sua próxima refeição, e peça que lhe dê as carcaças e cabeças ao invés de jogá-las no lixo, para serem utilizadas no preparo do caldo. Certifique-se de exigir as cabeças – elas são especialmente ricas em iodo e vitaminas lipossolúveis. Os textos clássicos de culinária advertem contra o uso de peixes oleosos como o salmão para o preparo de caldos, provavelmente porque os óleos altamente insaturados desses peixes se oxidam durante o longo processo de cozimento.

Este caldo fica perfeito para o preparo de risotos de frutos do mar sopas em estilo oriental e é usado também no preparo do ketchup caseiro – agindo como mais um tempero, sem deixar eu sabor acentuado se sobressair.

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Paçoca de Pinhão

A paçoca de pinhão é um dos pratos mais tradicionais de Lages e da Festa do Pinhão, maior evento da região. Pinhão é o fruto da Araúcaria, esse pinheiro brasileiro que cobria as terras altas do sul do Brasil, hoje está em extinção. A paçoca de pinhão é uma das receitas tipicas de Santa Catarina.

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Vareniques de batatas com cebola confitada

De uma delicadeza exemplar, o vareniques, um ravió­li tí­pico, leva batata apenas no recheio, e não na massa. No acabamento, emprega-se cebola confitada em azeite de oliva e em gordura de galinha.

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Pontos Turisticos(PR)

23 06 2009

Ilha de Currais

Composta por 3 pequenas ilhas : a primeira apenas um pico de pedra alto sem vegetação, a segunda um pouco mais baixa e a terceira, bem maior,  apresenta vegetação apenas em seu cume. Cuidar com uma laje até 300 m de seu lado oeste, de frente para a costa. Local repleto de aves que ali fazem sua nidificação. Não é possível desembarcar. Evite passar entre elas pois há muitas pedras submersas. Abrigo precário contra ondas e ventos. Fica a meio caminho entre as baías de Guaratuba e Paranaguá, a cerca de 6,2 milhas da costa.

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O Rio Nhundiaquara

O rio Nhundiaquara nasce na Serra da Farinha Seca e desemboca em Morretes (PR), na região de Barreiros, entre as baías de Antonina e Paranaguá. Uma das atrações nesse trecho é a prática de bóia cross.

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A Igreja Matriz Nossa Senhora do Bom Sucesso

Igreja secular, tombada pelo patrimônio Histórico e Artístico Nacional, construída pelos escravos.

De arquitetura religiosa colonial, apresenta uma fachada com características semelhante as demais igrejas litorâneas da época. Internamente é ornamentada por um retábulo do século passado.

A igreja possui a imagem de Nossa Senhora do Bom Sucesso, padroeira da cidade, esculpida em madeira policromada. A igreja foi restaurada logo após seu tombamento, em 1938.

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Importância Histórica(PR)

23 06 2009

Durante o século XVI, o Paraná não despertava grande interesse nos portugueses que vinham para o Brasil. Os espanhóis fundaram alguns núcleos de povoamento que não se desenvolveram. No século XVII, os bandeirantes descobriram ouro no Paraná e para extraí-lo, tentaram escravizar e catequizar os indígenas locais. O Tratado de Madri, assinado em 1750, deu à Coroa portuguesa a posse do Paraná; que, então, integrava a capitania de São Paulo.

No século XVII, descobriu-se na região do Paraná uma área aurífera, anterior ao descobrimento das Minas Gerais, que provocou o povoamento tanto no litoral quanto no interior. Com o descobrimento das Minas Gerais, o ouro de Paranaguá perdeu a importância. As famílias ricas, que possuíam grandes extensões de terra, passaram a se dedicar à criação de gado, que logo abasteceria a população das Minas Gerais. Mas apenas no século XIX as terras do centro e do sul do Paraná foram definitivamente ocupadas pelos fazendeiros.

No fim do século XIX, a erva-mate dominou a economia e criou uma nova fonte de riqueza para os líderes que partilhavam o poder. Com o aparecimento das estradas de ferro, ligando a região da araucária aos portos e a São Paulo, já no final do século XIX, ocorreu novo período de crescimento.

A partir de 1850, o governo provincial de São Paulo empreendeu um amplo programa de colonização, especialmente de alemães, italianos, poloneses e ucranianos, que contribuíram decisivamente para a expansão da economia paranaense e para a renovação de sua estrutura social.

O Paraná era parte da província de São Paulo, da qual se desmembraria apenas em 1853. Nessa época, a produção de café começou a ganhar destaque. O rápido desenvolvimento da cultura cafeeira atraiu milhares de imigrantes das províncias do Sul, do Sudeste e do Nordeste do país.

O principal conflito ocorrido no Paraná foi a Guerra do Contestado (1912-1916), um dos eventos mais significativos da história do Brasil no século XX, no limite com o estado de Santa Catarina. Ao longo do século XX, o Paraná destacou-se pela criação de empresas agrícolas, muitas vezes de capital estrangeiro, o que acelerou o processo de concentração de terras e de renda. Durante as décadas de 1970 e 1980, milhares de pequenos camponeses deixaram o campo em direção às cidades ou a outros estados e até países. No final do século XX e início do XXI, o Paraná atraiu muitos investimentos externos e indústrias automobilísticas instalaram-se no estado.





Pontos Turisticos(SC)

23 06 2009

Praia dos conventos

Todos os anos, o principal balneário do município de Araranguá atrai turistas da região sul de Santa Catarina e de estados vizinhos. Distante 10 km do centro da cidade, o local garante tranqüilidade aos visitantes que procuram a região para passar férias, seja nos hotéis, campings ou em casas de aluguel. Se a opção for a prática de esportes, as possibilidades são muitas, desde o surf e vôo livre, até sandboard, rapel e esportes náuticos como jet ski e windsurf.

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Rio Araranguá

Famosos pela beleza da cor de suas águas, que alternam entre o verde e o azul, o rio Araranguá realiza outro belo espetáculo no seu encontro com o mar.

Pouco antes da foz, o rio percorre paralelamente à praia, cercado pelas dunas em sua margem direita. Na barra do rio é possível também acompanhar a pesca artesanal, ainda realizada na região.

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Balneário de Ilhas

Uma antiga colônia de pescadores, às margens do rio Araranguá e do mar, que conta parte da história da cidade. Hoje, os moradores da pequena comunidade dividem espaço com turistas de cidades vizinhas que aproveitam a tranquilidade do lugar para descansar em um praiado na beira do rio. Uma das tradições do local é o artesanato feito com o junco. A fibra vegetal serve de matéria prima para a confecção de esteiras de praia e artigos de decoração. Conversando com os moradores é possível conhecer os artesãos mais antigos e que ainda produzem algumas peças para comercialização.
A recompensa pela visita ao balneário já começa pelo trajeto que o turista irá fazer. Depois de chegar ao balneário Morro dos Conventos, um percurso de 3 km em estrada de chão batido leva o visitante à balsa que faz a travessia do Rio Araranguá. Nesse ponto do passeio é possível avistar a lateral do Morro dos Conventos, em composição com as dunas e o rio. Após a travessia, são mais 5 km por estrada de chão (em boas condições de tráfego), apreciando um cenário rural e também a vegetação nativa. Outra opção de trajeto é a partir do Distrito de Hercílio Luz.

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